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ERP Leia em 17 minutos

O que é integração ERP e como ela funciona na Base?

Por Moisés Atualizado em

Índice

Um pedido entra pelo marketplace. Os dados do cliente ficam registrados na plataforma de venda. O estoque é controlado em outra ferramenta. A nota fiscal precisa ser emitida no ERP. Depois, alguém ainda precisa copiar o número da nota, baixar documentos e atualizar o pedido antes que ele siga para a expedição.

Esse fluxo pode até funcionar durante um período, especialmente quando há poucos pedidos e uma única pessoa conhece todas as etapas. Conforme o e-commerce cresce, porém, a movimentação manual de informações começa a gerar atrasos, divergências de estoque, documentos associados ao pedido errado e uma dependência excessiva de planilhas.

A integração ERP conecta os sistemas envolvidos para que os dados avancem automaticamente pelo fluxo operacional. Com ela, pedidos recebidos e processados na Base podem ser enviados ao ERP, enquanto documentos fiscais, informações de produtos, estoque e preços podem retornar para a plataforma, conforme os recursos disponíveis em cada integração.

Ao longo do artigo, vamos explicar o que é integração ERP, como esse tipo de conexão funciona dentro da Base, quais informações podem ser sincronizadas e como ela se diferencia das integrações com marketplaces, lojas virtuais e transportadoras.

O que é integração ERP?

Integração ERP é a conexão entre um sistema de gestão empresarial e outras plataformas utilizadas pela empresa, como hubs de integração, lojas virtuais, marketplaces, sistemas logísticos e ferramentas de atendimento.

No caso da Base, essa integração cria uma ponte entre a operação de vendas multicanal e o sistema responsável pelos processos administrativos, contábeis, fiscais e financeiros do negócio.

Em vez de cadastrar novamente no ERP as informações de cada venda, a integração permite transferir dados como:

  • identificação do pedido;
  • cliente e endereço de entrega;
  • produtos e quantidades;
  • descontos e frete;
  • forma de pagamento;
  • canal de origem;
  • informações necessárias à geração dos documentos;
  • status definidos no fluxo operacional.

Depois de processar esses dados, o ERP pode devolver à Base o número do documento, seu status e os arquivos disponibilizados pela integração, permitindo que a operação continue sem depender da consulta manual a outro sistema.

Em termos diretos, integrar o ERP significa fazer com que os dados comerciais e os dados de back-office circulem entre as plataformas sem precisar ser digitados novamente.

O que é um sistema ERP?

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, expressão que pode ser traduzida como planejamento de recursos empresariais.

Trata-se de um sistema utilizado para organizar processos centrais da empresa em um ambiente integrado. Dependendo da solução e dos módulos contratados, o ERP pode reunir áreas como:

  • faturamento;
  • gestão fiscal;
  • contas a pagar e receber;
  • compras;
  • fornecedores;
  • estoque;
  • cadastro de produtos;
  • custos;
  • fluxo de caixa;
  • produção;
  • contabilidade;
  • relatórios gerenciais.

A estrutura costuma funcionar a partir de módulos que compartilham dados. Uma venda registrada no sistema pode, por exemplo, alimentar o faturamento, movimentar o estoque, gerar um lançamento financeiro e atualizar relatórios de desempenho. Esse banco de informações compartilhado reduz a fragmentação entre os departamentos e ajuda a preservar a consistência dos registros.

No e-commerce, o ERP ocupa principalmente o lado administrativo e fiscal da operação. Ele registra aquilo que a empresa vendeu, recebeu, movimentou ou precisa declarar. Entretanto, geralmente não foi projetado para centralizar toda a rotina de anúncios, pedidos, etiquetas e regras particulares de diferentes marketplaces.

Por que um e-commerce precisa integrar o ERP?

A ausência de integração raramente aparece como um grande problema isolado. Ela costuma se manifestar por meio de pequenas tarefas espalhadas ao longo do dia.

O pedido precisa ser conferido em um sistema e cadastrado em outro. O produto possui um código no marketplace, outro na loja virtual e uma terceira identificação no ERP. A nota foi emitida, mas ainda não está associada ao pedido. O estoque foi baixado no sistema administrativo, porém o saldo dos canais de venda continua desatualizado.

Cada uma dessas etapas exige poucos minutos. Quando multiplicadas por centenas ou milhares de pedidos, tornam-se uma parte relevante do custo operacional.

Além do tempo gasto, a digitação manual aumenta o risco de problemas como:

  • CPF ou CNPJ incorreto;
  • endereço incompleto;
  • valor de frete divergente;
  • desconto registrado de maneira errada;
  • produto associado ao SKU incorreto;
  • duplicidade de pedidos;
  • emissão para a empresa ou série de numeração errada;
  • diferença entre o estoque físico, o ERP e os canais de venda;
  • atraso no envio do documento fiscal ao marketplace.

A integração ERP organiza a transmissão dessas informações e permite que os sistemas assumam tarefas repetitivas. Com isso, a equipe pode concentrar sua atenção nas exceções que realmente precisam de análise, como rejeições fiscais, divergências cadastrais ou pedidos com regras especiais.

Como a Base ajuda na integração com o ERP?

A Base atua como uma camada operacional entre os canais de venda e os sistemas de gestão utilizados pelo negócio.

Pedidos de marketplaces e lojas virtuais podem ser importados para um mesmo ambiente, onde passam por regras de processamento, separação, faturamento, expedição e comunicação. Quando há uma integração com o ERP, os dados necessários são encaminhados ao sistema administrativo dentro do fluxo configurado pela empresa.

Essa arquitetura ajuda a separar duas responsabilidades.

O ERP continua cuidando dos processos financeiros, fiscais e administrativos para os quais foi configurado. A Base concentra a operação multicanal, conectando os pedidos, produtos, transportadoras, documentos e automações que fazem a venda avançar.

A integração também evita que o lojista precise desenvolver uma conexão individual entre cada canal e o ERP. Em uma operação que vende em cinco marketplaces, por exemplo, todos os pedidos podem ser recebidos pela Base e enviados ao sistema de gestão seguindo uma lógica comum.

Como funciona uma integração ERP dentro da Base?

O funcionamento exato depende do ERP escolhido e das funções disponibilizadas pelo conector. Ainda assim, o fluxo mais comum pode ser dividido em algumas etapas.

1. O pedido entra pela loja ou pelo marketplace

A venda pode ter origem no Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magalu, loja própria ou outro canal conectado.

A integração do canal importa o pedido para a Base com os dados fornecidos pela plataforma, como produtos, comprador, endereço, pagamento, frete e prazo de envio.

2. A Base identifica o pedido e aplica as regras operacionais

Depois da importação, a plataforma pode verificar o canal de origem, o status do pagamento, o estoque disponível, a transportadora escolhida e outras condições definidas pela empresa.

As ações automáticas permitem iniciar etapas sem depender de um comando manual para cada pedido. A empresa pode configurar regras diferentes por marketplace, CNPJ, modalidade logística, tipo de produto ou situação do pedido.

3. Os dados são enviados ao ERP

Quando o pedido atende às condições configuradas, a Base encaminha as informações para o sistema de gestão.

A integração pode enviar documentos ou dados utilizados pelo ERP para gerar o registro fiscal e contábil correspondente. A Base também permite que essa exportação aconteça automaticamente após a criação do documento ou por meio de um envio manual em massa, conforme a configuração do conector.

4. O ERP processa o documento fiscal

O ERP recebe os dados e aplica as configurações tributárias, fiscais e cadastrais da empresa.

No Brasil, esse processo pode envolver informações como NCM, CFOP, origem da mercadoria, CST ou CSOSN, natureza da operação, regime tributário e dados do destinatário. A configuração correta desses campos deve ser validada com o contador ou responsável fiscal da empresa.

Após o processamento, o ERP pode gerar a NF-e e encaminhá-la para autorização da Secretaria da Fazenda.

A NF-e é um documento de existência digital. O arquivo XML constitui o documento fiscal eletrônico, enquanto o DANFE representa graficamente as principais informações da nota e acompanha a circulação da mercadoria. O DANFE, portanto, não substitui o XML nem possui a mesma função fiscal.

5. O documento retorna para a Base

Depois da emissão no sistema externo, a Base pode recuperar o documento gerado por meio da API da integração.

Dependendo do ERP, esse retorno pode incluir o PDF disponibilizado pelo sistema, o número da nota, a chave de acesso, o status da emissão ou outros dados previstos pelo conector.

O documento recuperado pode então ser associado ao pedido correto, encaminhado ao cliente, disponibilizado para impressão ou enviado ao canal de venda.

6. O pedido continua para separação e expedição

Com o faturamento concluído, o pedido pode avançar para as etapas seguintes, como impressão de documentos, geração da etiqueta, separação, conferência, embalagem e entrega à transportadora.

A integração preserva o vínculo entre o pedido, a nota fiscal e a remessa, o que facilita o rastreamento de cada venda ao longo do processo.

7. Estoque e preços são atualizados, quando o conector permite

Algumas integrações também permitem consultar produtos no ERP e sincronizar estoque ou preços com a Base.

Nesse modelo, o ERP pode ser definido como uma das fontes de informação do catálogo. O saldo disponível é transferido para a Base, que o distribui entre os marketplaces e lojas conectadas de acordo com a estratégia da operação.

As integrações da Base com soluções como Bling, Olist ERP, Omie e Linx E-Millennium incluem diferentes possibilidades de envio de documentos, consulta de produtos e sincronização de estoque e preços. Os recursos precisam ser verificados individualmente, porque nem todos os sistemas oferecem o mesmo fluxo.

O que uma integração ERP pode automatizar?

As funções variam conforme o sistema, a API e o plano contratado. Por isso, a escolha deve considerar os processos que o e-commerce realmente precisa automatizar.

Envio de pedidos e documentos ao ERP

A Base pode encaminhar ao ERP os dados utilizados no faturamento da venda, evitando que a equipe tenha de reconstruir manualmente o pedido no sistema administrativo.

A exportação pode ser realizada individualmente, em massa ou por uma ação automática, conforme as possibilidades da integração.

Recuperação dos documentos gerados

Depois da emissão, o arquivo gerado pelo ERP pode retornar à Base e ficar associado ao pedido.

Esse retorno ajuda a organizar o envio de documentos ao cliente, a impressão durante o processo de embalagem e a disponibilização da nota nos canais que exigem o documento antes da postagem.

Mapeamento de formas de pagamento

Os canais podem utilizar nomenclaturas diferentes para cartão, Pix, boleto, carteira digital, pagamento parcelado ou saldo promocional.

A integração permite relacionar os métodos recebidos pela Base aos códigos aceitos pelo ERP. Esse mapeamento reduz a criação de registros genéricos e melhora a organização financeira das vendas.

Mapeamento de formas de entrega

Uma modalidade chamada “entrega padrão” em um marketplace pode precisar ser registrada como uma transportadora específica no sistema de gestão.

O mapeamento transforma as informações do canal no formato esperado pelo ERP, preservando dados importantes para relatórios, custos de frete e regras fiscais.

Organização por CNPJ e série de numeração

Empresas que trabalham com múltiplos CNPJs, estabelecimento ou série fiscal precisam direcionar cada pedido para a configuração correta.

A integração pode utilizar regras relacionadas ao canal, conta de venda, depósito, país, tipo de operação ou outra informação disponível. Entretanto, esse fluxo precisa ser projetado cuidadosamente para evitar que uma venda seja faturada pela entidade errada.

Sincronização de estoque

Quando suportada, a sincronização permite usar o saldo do ERP como referência para atualizar a Base e, posteriormente, os canais conectados.

A empresa também pode trabalhar com reservas, estoques de segurança e regras específicas por marketplace. Assim, o saldo enviado ao canal não precisa ser necessariamente igual ao estoque físico registrado no ERP.

Sincronização de preços

Alguns conectores permitem importar preços do ERP e utilizá-los na atualização dos canais.

Antes de ativar esse fluxo, é importante definir qual sistema será responsável pelo preço de venda. Quando ERP, planilhas, marketplace e hub tentam alterar o mesmo dado, podem surgir atualizações concorrentes e valores inconsistentes.

Integração ERP, marketplace, loja e transportadora: qual é a diferença?

Todas essas conexões fazem parte do mesmo ecossistema, mas atuam em momentos diferentes do pedido.

Tipo de integraçãoOnde atuaPrincipais funções
MarketplaceCanal de vendaImporta pedidos, publica anúncios, atualiza estoque e preços e envia status
Loja virtualVitrine e checkout própriosRecebe pedidos da loja, atualiza produtos, estoque, preço, rastreio e status
ERP ou sistema contábilBack-officeProcessa documentos fiscais, cadastros, estoque, preços e registros administrativos
TransportadoraExpediçãoGera remessas, etiquetas, códigos de rastreamento e informações de entrega
WMSArmazémOrganiza endereçamento, separação, conferência, movimentação e inventário

As integrações de marketplace e loja trazem as vendas para a operação. A integração ERP conecta esses pedidos ao back-office. A integração de transportadoras prepara a saída da mercadoria. Já o WMS controla o trabalho físico realizado dentro do estoque.

Um mesmo pedido pode passar por todas essas categorias. Ele entra pelo marketplace, é organizado na Base, segue para o ERP, recebe uma nota fiscal, passa pelo WMS e termina com a geração de uma etiqueta de transporte.

Quais são os benefícios da integração ERP?

O ganho mais visível está na redução da digitação manual, mas os efeitos alcançam outras áreas da operação.

Menos retrabalho administrativo

A equipe deixa de copiar informações entre pedidos, planilhas e sistemas. Isso reduz o tempo dedicado a tarefas repetitivas e melhora a capacidade de atender volumes maiores.

Maior consistência dos dados

Como as informações são transmitidas a partir do pedido original, diminui a possibilidade de alteração acidental de valores, quantidades, dados do cliente ou identificação dos produtos.

Faturamento mais rápido

Pedidos pagos podem seguir automaticamente para o ERP. Depois da emissão, os documentos retornam à Base e liberam as próximas etapas do fluxo.

Mais rastreabilidade

Cada pedido mantém uma sequência de eventos: origem da venda, envio ao ERP, geração do documento, separação, etiqueta e rastreamento.

Essa trilha facilita a identificação da etapa em que ocorreu um erro e reduz o tempo necessário para investigar problemas.

Estoque mais coerente entre os canais

Quando o ERP é utilizado como fonte de saldo, a Base pode distribuir essa informação entre diferentes marketplaces e lojas. A empresa passa a controlar a disponibilidade a partir de uma lógica central, considerando as funções suportadas pelo conector.

Escalabilidade operacional

Uma venda adicional deixa de representar a repetição de todas as tarefas administrativas. A operação cresce apoiada em regras e integrações, enquanto a equipe atua sobre exceções, análises e melhorias de processo.

O que uma integração ERP não resolve sozinha?

A integração transporta e processa dados, mas a qualidade do resultado depende da estrutura criada pela empresa.

Um produto sem NCM, código interno ou configuração tributária continuará incompleto depois de integrado. Um SKU diferente em cada sistema pode impedir a associação correta do item. Da mesma forma, uma regra fiscal equivocada será reproduzida em mais pedidos e em menos tempo.

Antes da implantação, alguns pontos precisam estar organizados:

  • produtos com códigos únicos e consistentes;
  • cadastro fiscal revisado;
  • definição do sistema responsável pelo estoque;
  • definição do sistema responsável pelos preços;
  • mapeamento das formas de pagamento;
  • mapeamento das transportadoras e métodos de entrega;
  • regras por CNPJ e estabelecimento;
  • tratamento previsto para cancelamentos e devoluções;
  • responsáveis pelo acompanhamento dos erros.

A automação melhora processos bem definidos. Quando o fluxo possui decisões contraditórias, integrar os sistemas pode apenas acelerar a circulação da inconsistência.

Como a Base conecta a operação de vendas ao ERP?

A Base reúne os pedidos de diferentes canais e permite criar um fluxo único para tratamento, faturamento, separação e expedição.

Com a integração ERP adequada, a operação pode:

  • encaminhar dados e documentos ao sistema de gestão;
  • exportar pedidos automaticamente ou em massa;
  • recuperar documentos gerados no ERP;
  • enviar os arquivos aos clientes ou marketplaces;
  • imprimir documentos junto ao fluxo de embalagem;
  • consultar informações de produtos;
  • sincronizar estoque e preços quando o conector oferecer essas funções;
  • aplicar automações diferentes por canal, conta, CNPJ ou status.

A plataforma possui integrações com sistemas utilizados por operações brasileiras, incluindo Bling, Olist ERP, Omie e Linx E-Millennium. Como as APIs e os recursos variam entre os fornecedores, a empresa deve verificar quais documentos, campos e sincronizações estão disponíveis no conector escolhido.

Ao conectar os canais de venda, o ERP e os processos logísticos em um ambiente central, a Base reduz as trocas manuais entre plataformas e permite que cada pedido avance por regras compatíveis com a estrutura do negócio.

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FAQ 

O que significa integração ERP?

Integração ERP é a conexão entre o sistema de gestão empresarial e outras plataformas da empresa. Ela permite enviar e receber automaticamente dados de pedidos, produtos, estoque, preços e documentos.

Para que serve uma integração ERP no e-commerce?

Ela conecta os pedidos recebidos em lojas e marketplaces aos processos administrativos, fiscais e financeiros. Dessa forma, reduz a necessidade de cadastrar vendas manualmente no sistema de gestão.

A Base é um ERP?

A Base atua como plataforma operacional e hub de integração. Ela centraliza canais de venda, pedidos, estoque, anúncios, transportadoras e automações, enquanto o ERP permanece responsável pelos processos administrativos, financeiros e fiscais configurados pela empresa.

A integração ERP emite nota fiscal?

O fluxo depende da integração. Em muitos casos, a Base envia os dados ao ERP, que gera a NF-e e administra o documento fiscal. A Base também possui opções específicas de integração direta com a SEFAZ para cenários compatíveis.

O ERP pode enviar a nota fiscal de volta para a Base?

Quando a integração oferece esse recurso, a Base pode recuperar o documento gerado no ERP e associá-lo ao pedido. O arquivo pode então ser utilizado em e-mails, impressões ou no envio ao canal de venda.

Integração ERP sincroniza estoque?

Alguns conectores permitem importar o estoque do ERP e utilizá-lo para atualizar a Base e os canais conectados. Essa função não está disponível da mesma forma em todas as integrações.

Qual é a diferença entre integração ERP e integração de marketplace?

A integração de marketplace importa vendas, anúncios e informações comerciais do canal. A integração ERP transmite os dados do pedido ao sistema responsável pelo faturamento, estoque e registros administrativos.

É possível integrar mais de um ERP?

A possibilidade técnica depende dos conectores e da arquitetura adotada. Antes de utilizar sistemas simultâneos, a empresa deve definir claramente qual deles será responsável por cada informação para evitar duplicidades e atualizações conflitantes.

O que é necessário para integrar um ERP à Base?

Normalmente são necessárias credenciais ou chaves de API, configuração do conector, mapeamento dos campos e revisão das regras operacionais. Os requisitos específicos variam conforme o ERP utilizado.

Uma integração ERP elimina todos os erros fiscais?

Não. Ela reduz falhas de digitação e automatiza o fluxo de dados, mas depende de cadastros, regras tributárias e configurações corretas. As informações fiscais devem ser revisadas com o contador ou responsável tributário da empresa.